Como reduzir custos do atendimento com Inteligência Artificial

A evolução tecnológica trouxe mudanças profundas no relacionamento entre empresas e clientes. No passado, o atendimento ao cliente era manual, resultando em altos custos operacionais e limitações na capacidade de atender a uma demanda crescente. Com o avanço da inteligência artificial, essa dinâmica foi transformada, permitindo a automação de diversas interações e gerando economia de recursos. Dentre as soluções de IA mais adotadas no atendimento ao cliente, os chatbots se destacam. Esses assistentes virtuais lidam com uma ampla gama de solicitações, de questões simples a mais complexas, de forma eficaz. A tecnologia oferece benefícios como disponibilidade ininterrupta, resposta imediata e atendimento simultâneo a vários clientes. Além disso, chatbots geram uma significativa redução de custos. Um estudo da Juniper Research revela que, até 2022, eles ajudaram as empresas a economizar até 8 bilhões de dólares ao diminuir a dependência de operadores humanos em tarefas simples. Outra aplicação da IA no atendimento ao cliente é a biometria de voz para a autenticação automatizada dos clientes. Essas tecnologias permitem a verificação rápida e precisa da identidade dos usuários, aumentando a segurança e reduzindo o tempo de atendimento. Por meio dessa tecnologia é possível autenticar usuários de forma eficiente, evitando fraudes e garantindo a conformidade com regulamentações de proteção de dados. A biometria de voz oferece benefícios como a redução de custos operacionais otimizando tarefas e permitindo que funcionários dediquem mais tempo a atividades de maior valor agregado. Com a autenticação por voz, as empresas podem eliminar a necessidade de senhas e perguntas de segurança, que muitas vezes são esquecidas ou comprometidas. Isso não só agiliza o processo de atendimento, mas também libera os atendentes humanos para se concentrarem em resolver o problema do cliente. A implementação de IA no atendimento ao cliente requer cuidados específicos para garantir resultados satisfatórios. É importante que as empresas escolham as ferramentas certas e integrem tecnologia aos sistemas já existentes, como CRM e plataformas de suporte. Essa integração é crucial para o uso eficiente dos dados, permitindo que a IA forneça insights valiosos. Além disso, a interação humana continua sendo necessária, demandando que as equipes sejam treinadas para usar as informações geradas pela IA de forma eficaz e personalizada, e assegurando a conformidade com regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil Por fim, a IA oferece uma combinação de eficiência, segurança e personalização que torna o atendimento ao cliente mais ágil e econômico. Ela também ajuda a garantir a conformidade com as regulamentações de proteção de dados, o que fortalece a confiança do consumidor. Por Marcelo Peixoto, CEO da Minds Digital
Como melhorar a postura no home office: 9 dicas fundamentais

Trabalhar de casa tem suas vantagens, mas se porventura você já notou que, depois de horas em frente ao computador, sua postura vai ficando desalinhada, saiba que isso é mais comum do que parece. No caso de quem passa muito tempo sentado, pequenos ajustes podem evitar dores e desconfortos, promovendo mais saúde e conforto no dia a dia. A seguir, vamos compartilhar algumas dicas práticas para te ajudar a melhorar a postura e garantir mais qualidade na sua jornada de trabalho. Dicas de como melhorar a postura no home office1 – Apoie bem as costasEm primeiro lugar, para garantir uma postura adequada, é fundamental contar com um bom apoio para as costas. Uma cadeira ergonômica presidente que tenha encosto ajustável pode fazer toda a diferença. O suporte lombar, por exemplo, ajuda a manter a curvatura natural da coluna e previne aquelas dores indesejadas na região lombar. Se a sua cadeira não oferece esse apoio, usar uma almofada pequena ou até um rolinho nas costas pode resolver o problema. Isso garante que a parte inferior da coluna esteja sempre bem sustentada. Se necessário, utilize um suporte para elevar o monitor ou ajuste a cadeira, mantendo a cabeça e o pescoço alinhados com o resto do corpo. 3 – Mantenha os pés bem apoiadosEvite cruzar as pernas enquanto trabalha, afinal, manter os pés apoiados no chão é essencial para melhorar a circulação e garantir uma postura correta. Caso seus pés não alcancem o chão de forma confortável, o ideal é usar um apoio para os pés. 4 – Posicione corretamente o monitorO posicionamento do monitor é outro ponto importante para evitar dores no pescoço. Ele deve estar à sua frente, com a parte superior da tela na altura dos seus olhos. A distância recomendada é entre 50 e 70 cm, o equivalente a um braço de distância, para que você não force a vista ou o pescoço. 5 – Evite se inclinar para pegar objetosOrganize seu espaço de trabalho de maneira que os itens que você mais utiliza, como mouse, teclado, canetas e cadernos, estejam ao seu alcance. Dessa forma, você evita se inclinar ou torcer o corpo desnecessariamente, o que pode gerar desconforto muscular. 6 – Use fones de ouvido em chamadas longasSe você passa muito tempo em reuniões ou ao telefone, os fones de ouvido são uma excelente escolha. Eles mantêm suas mãos livres e previnem o hábito de segurar o telefone entre o ombro e a orelha, o que pode causar dores no pescoço e nos ombros. 7 – Faça pausas regularesPermanecer sentado por horas não faz bem para o corpo. Portanto, faça pequenas pausas a cada hora para se levantar, dar uma caminhada e alongar o corpo. Movimentos simples, como esticar os braços ou fazer pequenos alongamentos, podem aliviar a tensão e melhorar a circulação. Aproveite essas pausas para caminhar um pouco pela casa ou fazer alguns agachamentos, garantindo que seu corpo continue ativo. 8 – Mexa-se fora do trabalhoPraticar exercícios físicos regularmente ajuda a fortalecer os músculos que sustentam a coluna, melhorando sua postura de forma geral. Atividades como yoga, pilates e alongamentos são ótimas para aumentar a flexibilidade e a resistência muscular, prevenindo dores e lesões. 9 – Ilumine adequadamente o ambienteUma iluminação adequada é fundamental para manter uma postura correta. Trabalhar em um ambiente mal iluminado pode forçar a vista e fazer com que você se incline para frente. Sempre que possível, utilize luz natural e, caso precise de luz artificial, invista em uma luminária de mesa para iluminar bem o ambiente. Melhorar a postura no home office não precisa ser um desafio. No caso de você adotar essas pequenas mudanças no seu espaço de trabalho e na maneira como se senta, vai perceber uma grande diferença na sua rotina. Se você já gosta de trabalhar com mais conforto, essas dicas com certeza farão sua jornada mais saudável e produtiva.
Brasileiros lançam ferramentas de IA no Vale do Silício

Imersão do Viva Experience valorizou profissionais do Brasil que lideram as transformações em São Francisco e mergulho em temas como robótica, IA, venture capital e geração de valor “Evento promovido pelo Viva Experience, proporcionou aos participantes um mergulho nos principais cenários de tecnologia, startups e inovação. Um grupo de 26 empresários e profissionais brasileiros das áreas de tecnologia, mídia, direito e educação participou de uma imersão inédita de quatro dias no Vale do Silício, uma das regiões mais inovadoras do mundo. O evento, promovido pelo Viva Experience, empresa de imersões de negócios, proporcionou aos participantes um mergulho nos principais cenários de desenvolvimento tecnológico, startups, big techs e investimentos dos EUA. O programa, que ocorreu entre os dias 7 e 10 de outubro, incluiu visitas a instituições de ponta e palestras com líderes globais e brasileiros que atuam no coração do ecossistema tecnológico da Califórnia. A imersão começou com uma manhã na Plug and Play, aceleradora que impulsionou gigantes como Uber, Rappi e HubSpot. Durante a visita, o grupo presenciou o lançamento de uma nova ferramenta de inteligência artificial desenvolvida no Brasil, reforçando a crescente importância da IA para a inovação global. “A imersão foi estruturada em quatro eixos: acadêmico, startups, big techs, e investimentos e venture capital. Acreditamos que essas vivências trazem não apenas conhecimento técnico, mas também uma visão estratégica sobre como liderar transformações nos mais variados mercados”, afirma Rodrigo Costa, sócio do Viva Experience. Conexão Acadêmica e Visão Global de Investimentos A programação também ofereceu aos participantes uma perspectiva acadêmica, com uma visita ao Skydeck, centro de inovação da Universidade de Berkeley. O grupo foi recebido pelo diretor do centro, George Panagiotakopoulos, que apresentou um panorama dos investimentos em inovação nos Estados Unidos e fez comparações com os mercados da Ásia, Europa e América Latina, oferecendo uma visão ampla das oportunidades e desafios globais. Para facilitar a compreensão, os participantes contaram com tradução simultânea. Outro destaque foi a aula ministrada por Flavio Feferman, brasileiro que conquistou por duas vezes o título de melhor professor em Berkeley. Feferman abordou temas como negócios, empreendedorismo e inovação, e os empresários tiveram a oportunidade de fazer perguntas sobre suas próprias indústrias e cenários específicos. O grupo também visitou a Universidade de Stanford, onde inclusive tiveram a sorte de encontrar David Kelley, criador do design thinking, por acidente. Empreendedorismo Robótico e Experiência com IA Durante a imersão do Viva Experience, o grupo também conheceu o Circuit Launch, centro referência mundial em robótica e inteligência artificial. Liderada pelo brasileiro Alex Dantas, fundador da iniciativa, a visita proporcionou aos participantes uma visão do futuro da robótica e da IA. O centro abriga cerca de 80 startups e está na vanguarda de inovações tecnológicas que ainda chegarão ao mercado, como as aplicações de IA por moléculas e membranas. O grupo foi informado sobre os planos de expansão do Circuit Launch, que colaborará com a Singularity para a criação de um novo espaço em Mountain View. Insights de M&A e Venture Capital No campo dos investimentos, os empresários tiveram a chance de participar de uma conversa com o advogado André Thiollier, sócio do escritório americano Foley & Lardner, que ofereceu insights sobre o cenário de M&A e venture capital no Vale do Silício. Thiollier detalhou as estratégias para captar investimentos, além de discutir as tendências de fusões e aquisições no mercado americano. A imersão também proporcionou encontros com importantes executivos do setor de tecnologia. Rodrigo Vale, criador de um buscador vendido ao Google em 2005 e hoje engenheiro de dados da gigante de tecnologia, compartilhou suas experiências de maneira independente, ressaltando a importância da análise de dados para o futuro dos negócios. Vale participou da imersão de maneira independente e não como representante da big tech. No entanto, após a conversa com o brasileiro, o grupo foi até a sede do Google para uma conversa com um executivo com passagens por Spotify, Netflix e que atualmente atua em projetos no YouTube. Ele conversou com o grupo do Viva Experience sobre os bastidores das inovações tecnológicas. No Apple Park, a visita à sede da empresa da maçã também foi marcada por discussões sobre inovação de produtos, com foco nas estratégias da empresa para manter sua posição como líder de mercado. Autonomia em Movimento e Cinema na Califórnia Além das big techs, o grupo teve a experiência de andar em veículos autônomos da Waymo, demonstrando na prática o futuro da mobilidade urbana. Para encerrar a imersão, o grupo participou de uma conversa com Juliano Lapenda, presidente do Beverly Hills Film Festival, que apresentou um panorama sobre o mercado cinematográfico californiano e suas relações com a tecnologia, e foram até a Apex Brasil para aprender sobre internacionalização de negócios e oportunidades globais. Próximas turmas Além da imersão para o Vale do Silício, o Viva Experience também oferece programas para Nova York, um com foco na NRF e lojas-conceito da Big Apple e outro voltado para o cenário financeiro e de tecnologia; Orlando, para os parques da Disney e a Harley Davidson, direcionado para empreendedorismo e experiência; e Boston, onde os participantes visitam instituições de renome como Harvard, MIT e Babson, com foco em empreendedorismo e tecnologia. “Essa foi uma oportunidade única para os empresários brasileiros se conectarem com o ecossistema global de inovação, retornando ao Brasil com uma visão renovada e insights práticos para implementar em seus próprios negócios”, destaca Carolina Livolis, sócia do Viva Experience. O Viva Experience também realiza missões particulares, para empresas ou grupos fechados, com uma programação personalizada.
A maior parte dos empregos do futuro será ligada à tecnologia: como ajudar seu filho se preparar para o mercado de trabalho?

Quem pensa no futuro segue em constante evolução. Atualmente, estamos passando pela era da tecnologia e inteligência artificial, onde nos deparamos com novas formas de realizar atividades cotidianas, lazer e até mesmo trabalhar. Essas mudanças não param por aqui e tendem a aumentar com o passar dos anos. Exemplo disso, é uma pesquisa divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que afirma que 65% de todas as crianças do planeta que entram hoje na escola primária terão empregos que ainda não existem. Ou seja, estamos preparando uma nova geração para um futuro que ainda não sabemos como será. Para que essa situação ocorra de forma tranquila, pais e professores devem incentivar ainda mais o contato de crianças com a linguagem de programação, considerada por especialistas da área de informática como a habilidade do século 21. Crianças e tecnologia Apesar das crianças de hoje já serem nascidas na “era digital” e muitas vezes terem facilidade em mexer em eletrônicos, isso não significa que elas estejam preparadas para serem produtoras de tecnologia. O Desenvolvedor Full Stack da empresa de tecnologia e inovação Gateware, Jhulio Nunes, ressalta que essa habilidade precisa ser incentivada. “O que vemos hoje são crianças e adolescentes que têm facilidade em jogar e mexer nas redes sociais, mas que nem sempre têm o interesse por entender como, de fato, funciona a tecnologia. E será esse segundo ponto que irá ajudar esses jovens, no futuro, a se destacar no mercado de trabalho”. Para começar a desenvolver esse gosto nas crianças pela área de tecnologia, existem brinquedos, livros, vídeos, jogos, sites e cursos focados nesse público, que trazem uma forma mais lúdica e estimulante. Esse estudo na área de programação não ajudará apenas na busca futura por emprego, mas também: Ajuda na solução de problemas;Auxilia as crianças a desenvolverem resiliência;Ensina as crianças a como raciocinar;Para aprender a linguagem de programação, a criança ou adolescente terá que pensar de forma eficiente, ou seja, ela irá atrás da maneira mais rápida e assertiva para a resolução dos problemas que encontra no meio do caminho. Isso desenvolve o pensamento lógico e a resiliência nos pequenos, que passam a não se frustrar com os erros, mas assumir as dificuldades e não desistir. Jhulio relembra que foi um desses jovens e destaca a importância disso em sua vida. “Eu comecei em um curso técnico de informática que era voltado para o desenvolvimento. Esse curso me ajudou bastante a decidir minha carreira e na minha vida pessoal também, tudo foi baseado nesse curso. Eu acredito que as crianças devem aprender a lógica de programação e a programar em si desde cedo, porque isso muda totalmente a mente em relação a muitas coisas, aprimora nosso pensamento lógico e nossa tomada de decisão de várias formas, isso afeta positivamente a vida”. Quando começar? De acordo com especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), de 5 a 7 anos é a melhor idade para crianças aprenderem linguagem de programação. Isso, pois elas estão em uma idade de máxima absorção de informações e são questionadoras. “Claro, esse incentivo ao estudo de programação deve ser controlado e supervisionado por adultos, que devem sempre procurar o método que a criança aprenda da melhor forma e não apenas largá-la na frente do computador e esperar que ela se desenvolva sozinha”, ressalta o Desenvolvedor Full Stack. Além disso, há uma previsão de crescimento de 38% no uso de aplicações com inteligência artificial na área de saúde nos países latino-americanos até 2027, de acordo com um estudo da consultoria McKinsey. Saber programar será tão importante quanto o domínio de uma língua, independentemente da área o profissional irá atuar. “Estará muito mais em destaque aquele profissional que, além de entender de programação, tenha experiência com isso”, finaliza Jhulio Nunes.
Capacitar servidores pode ajudar no planejamento da gestão

Especialista aponta que a formação e a qualificação dos profissionais da área pública ainda enfrenta desafios significativos diante das novas tecnologias A capacitação e o desenvolvimento contínuo dos servidores públicos podem ser fundamentais para o sucesso do planejamento estratégico nas gestões públicas. Investir na formação desses profissionais não só pode aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mas também traz uma série de benefícios que impactam diretamente a eficiência e a qualidade dos serviços prestados à população. No entanto, de acordo com o especialista em administração pública Leonardo Alves, em um cenário onde a eficiência, inovação e transformação digital são exigências crescentes, a formação e a capacitação desses profissionais precisam ser aprimoradas para enfrentar os desafios contemporâneos e melhorar a eficiência da gestão pública. “Atualmente, muitos servidores públicos entram na carreira por meio de concursos que, em sua maioria, avaliam apenas conhecimentos teóricos, sem garantir que os candidatos estejam preparados para lidar com os desafios práticos e modernos da administração pública. Além disso, a capacitação contínua, um dos pilares para o desenvolvimento profissional, ainda é fragmentada e insuficiente em muitas áreas”, aponta Alves. Para ele, em um momento em que o governo brasileiro busca inovar e adotar ferramentas digitais para aumentar a eficiência da gestão pública, a falta de preparo técnico dos servidores para lidar com novas tecnologias têm se tornado uma barreira. “Softwares de gestão de dados, plataformas de inteligência artificial e outras inovações tecnológicas demandam habilidades que muitos profissionais ainda não possuem. Isso gera um descompasso entre a modernização do setor e a capacitação de seus profissionais”, afirma. O especialista salienta ainda que,diante da constante evolução na gestão pública, com novas demandas e desafios surgindo regularmente, a capacitação contínua permite que os servidores se adaptem rapidamente a essas mudanças, garantindo que a instituição esteja sempre alinhada com as melhores práticas e tendências do setor. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por exemplo, oferece 95 cursos totalmente gratuitos, em formato on-line, disponibilizados pela plataforma da Escola Virtual de Governo (EV.G). As capacitações estão divididas em seis eixos temáticos (Ciência de Dados, Transformação Ágil, Liderança e Inovação, Governança e Gestão de TIC, Segurança e Privacidade e Transformação Digital) que ajudam os interessados a construir a trilha de aprendizagem de acordo com seu objetivo profissional. “Fortalecer os programas de capacitação e integrar o desenvolvimento dos servidores às metas e diretrizes estratégicas das gestões públicas é essencial para criar um serviço mais eficiente, inovador e preparado para as demandas da sociedade contemporânea”, destaca o especialista
Programa do governo incentiva mulheres ao empreendedorismo

Levantamento aponta que 40% das empresas brasileiras são chefiadas por mulheres. Deste total, 84,7% administra o negócio sozinha, sem sócios Home NoticiaPrograma do governo incentiva mulheres ao empreendedorismoLevantamento aponta que 40% das empresas brasileiras são chefiadas por mulheres. Deste total, 84,7% administra o negócio sozinha, sem sócios Data: 16/10/2024 Lançado pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), o programa ‘Estratégia Elas Empreendem’ tem como meta incentivar um ambiente de negócios favorável às empreendedoras, facilitando o acesso das mulheres a políticas e serviços públicos, produção de dados e disseminação de informações sobre o empreendedorismo feminino. A iniciativa conta com 23 organizações, entre órgãos e entidades da administração pública federal e bancos, para fomentar a inclusão social, econômica, e de desenvolvimento do país por meio do programa, levando em conta a maternidade, a diversidade e a vulnerabilidade. Além disso, o MEMP firmou parceria com a Rede Mulher Empreendedora para capacitar mais de 17 mil mulheres que empreendem ou querem empreender. De acordo com a empresária e profissional da área de tecnologia, Cristina Boner, a iniciativa desempenha um papel crucial ao oferecer suporte e ferramentas essenciais para o crescimento e fortalecimento do empreendedorismo feminino no país. “Um dos principais impactos está no empoderamento econômico, dando às mulheres a oportunidade de alcançar independência financeira e se tornarem protagonistas em suas comunidades. Isso é fundamental num país onde muitas ainda enfrentam barreiras relacionadas ao crédito e à falta de oportunidades”, afirma Boner. Um levantamento realizado pela Serasa Experian, repercutido pela CNN Brasil, aponta que das 20,6 milhões de empresas ativas no Brasil, 8,4 milhões são chefiadas por mulheres (40,5%). Desse total, 84,7% dizem administrar o negócio sozinha, sem sócios. A pesquisa mostra ainda que a atividade que as mulheres atuam com mais frequência é no comércio de confecções em geral, seguido por serviços. A empresária ressalta que um aspecto importante do projeto é o de promover a inclusão e a diversidade, alcançando mulheres de diferentes origens sociais e regiões do país, contribuindo diretamente para o fortalecimento da economia, gerando mais empregos e novas oportunidades. “Iniciativas como essa são essenciais para equilibrar o cenário do empreendedorismo no Brasil e garantir que mais mulheres tenham a chance de desenvolver negócios de sucesso”, avalia. Plano de expansão A pesquisa do Serasa Experian mostra que 55,6% das empreendedoras desejam ampliar seus negócios. Entre as que querem crescer, 43,4% pretendem vender mais para o mesmo público e 42,1% visam atingir públicos diferentes para atingir essas metas. No entanto, apenas 8% das empresárias veem o crédito ou o financiamento como uma opção para viabilizar seus planos. “As iniciativas públicas são essenciais para melhorar o cenário das mulheres empreendedoras, pois ajudam a reduzir a desigualdade de gênero e a criar um ambiente mais favorável ao crescimento de negócios liderados por mulheres”, ressalta Boner. “Muitas vezes, as empreendedoras enfrentam barreiras como acesso limitado a crédito, falta de capacitação e preconceito de gênero. Políticas públicas que ofereçam apoio financeiro e qualificação profissional podem fazer uma enorme diferença, proporcionando às mulheres as ferramentas necessárias para prosperarem no mundo dos negócios”, completa. A empresária afirma ainda que esses programas ajudam a fomentar a inclusão e a garantir que mulheres de diferentes contextos sociais e econômicos possam ter as mesmas oportunidades de sucesso. “Ao incentivar a participação feminina no empreendedorismo, o governo não só promove o empoderamento econômico das mulheres, mas também impulsiona a economia como um todo, já que os negócios liderados por elas têm um impacto positivo na geração de empregos e na inovação”. Para mais informações, basta acessar: Cristina Boner (@cristina.boner) | Cristina Boner | LinkedIn
Inovação: Dataside premia case de IA no setor jurídico

O Data & AI for Business, evento organizado pela Dataside, consultoria focada em dados e IA para negócios, premiou um dos cases mais inovadores do ano de 2023-2024 no setor jurídico. O case vencedor, que aplicou IA generativa no fluxo de trabalho jurídico da Machado Meyer, destacou-se pela eficiência operacional e conformidade com normas de segurança “O evento conecta líderes e especialistas para discutir cases reais. Isso inspira outras empresas a adotarem IA de forma estratégica e eficiente Inovação: Dataside premia case de IA no setor jurídico O Data & AI for Business, evento organizado pela Dataside, consultoria focada em dados e IA para negócios, premiou um dos cases mais inovadores do ano de 2023-2024 no setor jurídico. O case vencedor, que aplicou IA generativa no fluxo de trabalho jurídico da Machado Meyer, destacou-se pela eficiência operacional e conformidade com normas de segurança“ O evento conecta líderes e especialistas para discutir cases reais. Isso inspira outras empresas a adotarem IA de forma estratégica e eficiente Local: São José dos Campos, SP Data: 16/10/2024 O Data & AI for Business, evento organizado pela Dataside, consultoria focada em dados e IA para negócios, premiou um dos cases mais inovadores entre os anos de 2023 e 2024 no setor jurídico. A premiação aconteceu na última edição do evento, que reuniu especialistas e líderes empresariais, na Microsoft-SP, para discutir as principais tendências em inteligência artificial e dados no ambiente corporativo. O case vencedor, que aplicou IA generativa no fluxo de trabalho jurídico da Machado Meyer, destacou-se pela eficiência operacional e conformidade com normas de segurança. O evento, que está em sua sexta edição, vai acontecer novamente no próximo dia 8 de novembro, na Casa Lide, na avenida Faria Lima em São Paulo – SP, e contará com 100 convidados, reunindo um público selecionado de c-levels empresariais, como CIOs, CEOs e Diretores Estratégicos de Negócios. Os participantes terão acesso a painéis exclusivos sobre inovações tecnológicas e cases de uso prático de IA e dados, refletindo as principais tendências de mercado observadas ao longo do ano. Impacto do Data & AI for Business no mercado corporativo O Data & AI for Business, evento que conta com a parceria da Microsoft e da Databricks, conecta líderes de alto nível com o objetivo de explorar as aplicações da inteligência artificial e dos dados no ambiente corporativo. Por meio de painéis, discussões e apresentações de cases de sucesso, o evento oferece uma visão detalhada das inovações que estão moldando o futuro dos negócios, destacando como uma estratégia de dados bem elaborada pode ser aplicada para otimizar operações e transformar modelos de negócios e estar junto à inovação. Um dos principais objetivos do evento é incentivar a adoção estratégica da IA, indo além das operações diárias e promovendo sua utilização como um motor de inovação. Leticia Carvalho, diretora do time comercial e de marketing da Dataside, ressalta que o Data & AI for Business oferece uma oportunidade única para as empresas compartilharem experiências e observarem na prática como a inteligência artificial pode impactar a eficiência e a transformação empresarial. “O evento permite que as empresas visualizem o impacto real da IA, não apenas em termos de aumento de produtividade, mas na forma como elas podem se reposicionar no mercado e conquistar vantagens competitivas”, afirma. Além disso, o evento promove a discussão de práticas responsáveis, ajudando as empresas a superar os desafios éticos e técnicos na implementação de IA de forma segura e sustentável. Leticia reforça que a troca de experiências e conhecimento durante o Data & AI for Business é essencial para que as empresas se inspirem e desenvolvam estratégias mais assertivas na adoção dessas tecnologias. Reconhecimento de lideranças inovadoras no prêmio Data & AI Leader O ponto alto do Data & AI for Business é a entrega do prêmio Data & AI Leader, que reconhece as lideranças empresariais mais inovadoras no uso de inteligência artificial e dados. Em 2023, o case vencedor foi a solução desenvolvida em parceria entre a Dataside e o escritório de advocacia Machado Meyer, que aplicou IA generativa no setor jurídico. O projeto se destacou pela automação de processos operacionais complexos, como a revisão de documentos, garantindo ao mesmo tempo total conformidade com as rigorosas normas de segurança do setor. Ao ser questionada sobre o papel do evento na promoção de casos como esse, Leticia Carvalho destacou a importância do ambiente de networking e troca de conhecimentos oferecido pelo Data & AI for Business. “O evento conecta líderes e especialistas para discutir cases reais, como o projeto com o Machado Meyer. Isso inspira outras empresas a adotarem IA de forma estratégica e eficiente, promovendo uma verdadeira transformação nos negócios”, afirmou Leticia. De acordo com a mesma, o compartilhamento de experiências concretas ajuda a difundir práticas inovadoras, demonstrando como a inteligência artificial pode trazer vantagens competitivas em diversos setores, inclusive nos mais tradicionais e regulamentados. Com iniciativas como o prêmio Data & AI Leader, o evento reforça seu compromisso em impulsionar a transformação digital, promovendo o uso responsável e eficiente de IA em diversas indústrias. Mais informações sobre a Dataside e seus projetos podem ser encontradas em Dataside e Data & AI for Business fonge: http://www.dataside.com.br
Como garantir a segurança sem comprometer a privacidade?

No nosso mundo cada vez mais conectado, não é surpreendente que as preocupações com a privacidade, especialmente em relação aos dados pessoais, estejam aumentando. Questões sobre quem tem acesso a quais informações e para quais propósitos não podem ser tratadas levianamente. Até o momento, 71% dos países ao redor do mundo desenvolveram legislação destinada a regular a coleta, processamento e acesso a dados pessoais, incluindo imagens de vídeo, para ajudar a manter a privacidade e mitigar os riscos de tratamento irregular desses dados, abrangendo atividades cibernéticas criminosas. Ao mesmo tempo, o manejo de informações digitais é um componente vital para proteger pessoas e ativos. Governos e as empresas privadas recolhem frequentemente dados sensíveis de indivíduos que utilizam os espaços dentro e ao redor das suas instalações. Isso pode incluir informações de identificação pessoal, como imagens de vigilância, fotos, dados de controle de acesso e informações de placas de veículos.Isso significa que temos de sacrificar a privacidade para proteger ambientes físicos? A resposta é, certamente, não. As pessoas — sejam colaboradores, clientes ou o público — têm o direito de saber como suas informações pessoais são coletadas, armazenadas e usadas. Mas para garantir a integridade dos dados que coletam, as organizações precisam desenvolver as suas estratégias de segurança com propósito claro.Quando uma organização não inclui a proteção da privacidade como um pilar, durante a criação de suas políticas de segurança, ela se torna algo para pensar depois, o que pode levar criar a falsa percepção de que privacidade e segurança estão em conflito. No entanto, isso não precisa ser assim. Governos e empresas podem optar por trabalhar com fornecedores que adotem a proteção da privacidade desde a concepção de suas ferramentas. Eles podem selecionar soluções que implementem medidas de proteção contra ameaças cibernéticas já de fábrica, reduzindo a responsabilidade e conhecimento técnico exigidos das organizações, mitigando o risco de exploração de vulnerabilidades por agentes maliciosos.Essas soluções devem oferecer ao usuário controle total sobre seus dados, permitindo ajustar métodos e processos de proteção para atender às regulamentações em evolução, além de configurar o sistema para definir os níveis de privilégios e quem tem acesso aos dados gerenciados por essas ferramentas, como filmagens confidenciais, sem comprometer tempos de resposta ou investigações. Considerando a crescente pressão sobre os líderes empresariais para proteger a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações pessoalmente identificáveis, é essencial que os líderes de segurança física, os CIOs, os CISOs e os líderes de outros departamentos de TI trabalhem em conjunto para cumprir os requisitos destas legislações. Autor: RICARDO KIYOSHI SYOZI
Google lança recurso para proteção de dados dos anunciantes

Na quinta-feira, 12 de Setembro, o Google lançou uma nova solução como parte de seus esforços em prol da privacidade dos usuários e dos anunciantes. Denominado Confidential Matching, o recurso usa criptografia para proteger dados de anunciantes. Segundo a big tech, a solução visa auxiliar a conexão dos anunciantes com seu público-alvo e na mensuração das campanhas. O Confidential Matching usa soluções de computação para garantir a confidencialidade dos dados proprietários first party dos anunciantes durante o processamento de dados para campanhas. Os dados serão criptografados em Ambientes de Execução Confiáveis, ou seja, uma área de memória em nuvem protegida do restante por criptografia. Conforme a empresa, segmentos como os de finanças e saúde utilizam Ambientes de Execução Confiáveis. Assim, o recurso visa a construção de um ambiente seguro para manipulação de dados primários. Além disso, apenas parceiros autorizados terão acesso às informações. Segundo comunicado da big tech, nem o próprio Google terá acesso aos dados. Adicionalmente, o Google irá oferecer comprovações de que os dados são usados apenas segundo a finalidade estabelecida pelo anunciante. A empresa tornou os códigos de programação abertos para que desenvolvedores possam acessar e customizar conforme as necessidades de cada parceiro. O intuito é trabalhar no aprimoramento da solução junto ao mercado. A princípio, o Confidential Matching estará localizado no Customer Match, do Google Ads Manager. Posteriormente, o Google visa expandir a funcionalidade para mais produtos da big tech. “O cenário atual da publicidade digital exige um maior enfoque na privacidade, e o Confidential Matching foi desenvolvido para atender a essa demanda. Mudanças de mercado exigem novas maneiras de construir confiança com o usuário, respeitando a privacidade de seus dados”, diz a companhia, em comunicado. Google deu fim ao projeto de eliminar cookies no Chrome Esse é o primeiro anúncio do Google em relação à privacidade desde que a companhia anunciou a descontinuação do projeto de fim dos cookies no Chrome. Em julho, a big tech reconheceu que a transição para uma realidade sem dados de terceiros exige esforços e impacta todo o mercado de publicidade online. O Google disse que irá apresentar uma alternativa ao projeto. Em vez de dar fim aos cookies, o Google quer oferecer o poder de decisão ao usuário. A partir de uma nova solução – ainda em definição – os usuários poderão fazer uma “escolha informada” em relação a sua navegação na internet. A big tech ainda estuda como implementar essa solução. FONTE: Meio & Mensagem
Computação Quântica avança e promete revolução na tecnologia

À medida que o mundo digital evolui, novas visões e métodos são apresentados no mercado com o objetivo de otimizar processos e alavancar a produtividade. Neste cenário, a computação quântica está emergindo como uma tecnologia com potencial disruptivo, semelhante ao uso da inteligência artificial. Da mesma maneira que a IA revolucionou diferentes segmentos corporativos, como o setor da saúde e o financeiro, sistemas quânticos prometem impactar áreas como criptografia, química, e simulação de materiais em uma escala sem precedentes. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a computação quântica possui a capacidade de desenvolver cálculos mais ágeis e decifrar códigos, sendo potencialmente eficaz na resolução de problemas complexos, diferente dos computadores clássicos. Em março de 2024, a Microsoft, em parceria com a Quantinuum, alcançou um marco importante na computação quântica ao desenvolver um sistema que registrou o menor número de erros já vistos. Utilizando a virtualização de qubits, a menor unidade de processamento quântico, em conjunto com o hardware da Quantinuum, a empresa conseguiu rodar 14 mil experimentos quânticos sem falhas, o que representa um avanço significativo na tecnologia, superando as limitações dos qubits físicos, que sofrem com alta instabilidade e erros frequentes. A estratégia da Microsoft é continuar aprimorando esses sistemas para a criação de um supercomputador híbrido com 100 qubits confiáveis, que, a longo prazo, será adaptado para aplicações comerciais e substituição dos supercomputadores convencionais, possibilitando a transformação de vários setores. No ano de 2021, pesquisadores da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) fundaram a QuEra, uma startup que desenvolve e comercializa computadores quântico. Com a utilização de átomos neutros, método reconhecido por estudiosos da modalidade quântica, os pesquisadores da QuEra disponibilizam computadores quânticos ao público, através dos serviços oferecidos na nuvem. Segundo estudos do engenheiro de computação Waldemir Cambiucci, doutorando da Escola Politécnica (Poli) da USP, atualmente, os computadores quânticos disponíveis em nuvem são voltados para experimentos em organizações corporativas, entretanto, estas tecnologias ainda são baseadas em sistemas de processador único, o que não explora a magnitude da mecânica quântica. Essa limitação pode reduzir a capacidade desses dispositivos na resolução de problemas complexos. Cambiucci observa que, apesar do progresso, o lançamento de computadores quânticos no mercado ainda está distante, exigindo pesquisas substanciais para a consolidação dessa tecnologia. Com o avanço contínuo da tecnologia, pesquisadores buscam soluções para problemas que só a computação quântica pode resolver, superando a eficiência das máquinas clássicas. Executivos, investidores e desenvolvedores de tecnologia estão comprometidos em promover inovações que transcendam o óbvio e resultem em avanços significativos. Deborah Palacios Wanzo, presidente e cofundadora da tuvis, uma empresa israelense especializada em cibersegurança e conformidade para aplicativos de mensageria como o WhatsApp, enfatiza: “Quando falamos de inovação digital, para que o sistema seja amplamente adotado nos negócios, é essencial desenvolver um software inovador, garantir a segurança e capacitar os profissionais”. A tuvis desenvolve soluções que previnem o vazamento de dados sensíveis, para a segurança no uso de aplicativos de comunicação, como o WhatsApp, em instituições. Assim como a implementação de sistemas inteligentes para a otimização de processos é atualmente uma estratégia corporativa essencial, a computação quântica surge como uma tecnologia promissora para o desenvolvimento de diversas indústrias, impulsionando pesquisas robustas e análises aprofundadas em vários campos. Diante desse cenário emergente, onde a computação quântica ainda está em processo de aprimoramento, Deborah Palacios conclui: “Novas tecnologias necessitam de investimentos contínuos em infraestrutura, pesquisa, desenvolvimento, além de melhorias contínuas, que são cruciais para a adoção da solução, causando impacto no mercado e evidenciando os benefícios da transformação tecnológica”.